Estamos acostumados a pensar em música como entretenimento, ou acompanhamento para este. A maior parte de nós não passa sem um bom CD, mp3 ou rádio. Raramente há um minuto na televisão sem uma música de fundo, tirando os telejornais.

Mas no passado havia definitivamente outras razões. O grande compositor Beethoven, por exemplo, era famoso por conseguir evocar emoções específicas nos seus ouvintes, desde tristeza, alegria, nostalgia, etc.

Alguns tipos de música podem relaxar-nos. Depois de um dia stressante de trabalho, ouvir música clássica, jazz ou a balada do nosso cantor favorito consegue descontrair o nosso corpo e ajudar a nossa mente a despreocupar-se, pelo menos durante um bocado. Por outro lado, ouvir música mais rítmica e acelerada pode agitar-nos. Por muito que gostemos de um certo grupo ou artista, há certas alturas em que não os conseguimos ouvir.

Há outras maneiras em que a música nos afecta bastante. Isso pode ser demonstrado pelas músicas que aparecem nos filmes. Se fecharmos os olhos enquanto vemos um filme, conseguimos distinguir os momentos assustadores, os momentos românticos, tristes e ainda os momentos de diversão. O nosso estado de espírito é completamente afectado pelo som que ouvimos, independente das imagens.

Já todos experimentamos estas mudanças físicas e psicológicas. Mas essas não são as únicas mudanças que a música pode provocar.

Está provado que a música desenvolve e estimula áreas do cérebro envolvidas na aprendizagem da linguagem. Falar e aprender a ler implicam capacidades multissensoriais semelhantes às que os músicos desenvolvem. A educação musical configura a capacidade de escuta, não só no momento de ouvir música ou tocar um instrumento mas também no momento de falar.

Vários médicos também já começaram a usar a música como tratamento. Provou-se que a música ajuda a diminuir a pressão sanguínea, o ritmo cardíaco, o stress e a dor.

Outro estudo mostra que a música desenvolve também a criatividade e a memória. Ao estudar a actividade cerebral de pianistas de jazz durante uma improvisação notou-se que havia um significativo aumento na dita actividade. O campo cerebral que trata da criatividade e da expressão também se encontrava bastante activo.

Portanto, podemos concluir que ouvir música apenas nos traz benefícios! Toca a comprar CDs de música clássica e jazz, que além de magnifica, nos ajuda no quotidiano.

Fontes:

Terra
CNN

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